Canine Gastroenteritis: Symptoms and How to Treat It

A gastroenterite canina é uma inflamação que pode afetar todo o aparelho gastrointestinal do pet, incluindo o estômago, o intestino delgado e o intestino grosso. Se você suspeita que seu animalzinho está sofrendo com essa doença, leve-o ao veterinário. A gastroenterite em cães, embora frequente e podendo acontecer em diferentes partes da vida do cão, pode ser extremamente grave e letal. Os principais sintomas são: Sintomas da Gastroenterite em cães Se o cão apresentar esses sintomas, é importante levá-lo ao veterinário para um diagnóstico e tratamento adequados. A desidratação, em particular, pode ser grave e requer atenção imediata. O tratamento pode incluir antibióticos, vermífugos, fluidoterapia, medicamentos para controlar vômitos e diarreia, ajustes na dieta, tudo a depender da causa. Portanto é indispensável que o veterinário determine a causa para aplicar o melhor tratamento. Há muitos motivas para que a gastroenterite se manifeste no animal, entre as mais comuns, encontramos: Causas Comuns da Gastroenterite em cães Tratamento da Gastroenterite Canina O tratamento da gastroenterite em cães depende da causa e da gravidade dos sintomas. Em casos leves, o veterinário pode recomendar: Repouso Evitar atividades físicas para o cão se recuperar. Dieta recomendada pelo veterinário Hidratação Garantir que o cão beba água. Um dos tratamentos que o veterinário pode recomendar é a fluidoterapia. Medicamentos Anti-inflamatórios, antieméticos (para controlar vômitos) ou probióticos para restaurar a flora intestinal. Em casos mais graves, como infecções bacterianas, o veterinário pode prescrever antibióticos. Nunca medique o cão por conta própria, pois isso pode piorar o quadro. Além disso é importante identificar a causa da gastroenterite pois o quadro pode voltar caso a causa base não seja identificada e tratada. Como Prevenir a Gastroenterite Canina A prevenção é a melhor forma de evitar que o cão sofra com gastroenterite. Aqui estão algumas dicas: Diagnóstico da Gastroenterite Canina O diagnóstico é feito pelo veterinário com base nos sintomas e exames clínicos. O desafiador é identificar a exata causa da gastroenterite. Alguns procedimentos comuns são a solicitação de exames laboratoriais como hemogramas, perfil renal, perfil hepático, triglicérides, colesterol, glicemia, exames hormonais, cobalamina, ultrassom abdominal e até exame de urina caso a suspeita esteja relacionado à doença renal. Além disso, exames de fezes, raio-x, endoscopias. O veterinário precisa saber quando o animal começou a apresentar os sintomas, se ingeriu algum objeto ou comida, se a carteira de vacinação está em dia. Portanto, se seu cão apresentar qualquer tipo de sintoma suspeito, leve-o ao veterinário para que o profissional possa identificar a gravidade da doença e qual tratamento seguir. É importante realizar uma hemogasometria para verificar um desbalanço eletrolítico e a necessidade de intervenção imediata, inclusive com internação nos casos mais graves. Nunca tente tratar seu cão sem o especialista, especialmente com tratamentos caseiros que podem piorar os sintomas. Perguntas Frequentes sobre Gastroenterite Canina Quanto tempo dura a gastroenterite no cachorro? A duração depende da causa e do tratamento. Em casos leves, os sintomas podem desaparecer em 1 a 3 dias. Casos mais graves, como os causados por infecções bacterianas ou virais, podem levar até uma semana ou mais para serem resolvidos. Qual antibiótico para gastroenterite canina? O uso de antibióticos só é recomendado em situações específicas, como em algumas infecções bacterianas, alguns parasitas e gastroenterites responsivas ao uso de antibiótico. O veterinário pode prescrever medicamentos como metronidazol ou amoxicilina. Nunca administre antibióticos sem orientação profissional. O que dar para o cachorro comer quando está com gastroenterite? Após levar o cão ao veterinário, é essencial seguir as orientações específicas para cada caso. Atualmente, recomenda-se o uso de dietas gastrointestinais específicas, que podem ser alimentos úmidos ou secos, prescritos de acordo com o quadro clínico do paciente. Evite oferecer frango, pois ele pode interferir no diagnóstico de alergias alimentares. O veterinário é o profissional adequado para indicar a dieta mais apropriada para o tratamento. Gastroenterite canina tratamento caseiro Não existe tratamento caseiro para gastroenterite canina. É fundamental buscar atendimento veterinário imediatamente, pois cada caso requer um manejo específico. Medidas como oferecer água fresca e repouso podem ser complementares, mas nunca substituem o acompanhamento profissional. Casos graves ou mal manejados podem evoluir para complicações sérias. Gastroenterite canina pode matar? Em casos graves e não tratados, a gastroenterite pode levar à desidratação severa, desequilíbrio eletrolítico e até à morte. Por isso, é fundamental buscar ajuda veterinária ao notar os primeiros sintomas. Gastroenterite canina é grave? A gravidade depende da causa e da rapidez do tratamento. Casos leves podem ser resolvidos com cuidados simples, enquanto infecções bacterianas, virais ou parasitárias podem ser mais sérias e exigir intervenção médica imediata. A Gastroenterite canina é contagiosa? A gastroenterite canina pode ser contagiosa, dependendo da sua causa. Se for provocada por vírus, bactérias ou parasitas, há risco de transmissão para outros cães e , alguns casos, podem inclusive ser transmissiveis para humanos. Por exemplo, doenças como a parvovirose e a cinomose são altamente contagiosas e podem causar gastroenterite severa. Já casos relacionados a intoxicação alimentar ou estresse não são transmissíveis. Conheça PetMoreTime Na PetMoreTime desenvolvemos protocolos de longevidade que oferecem o que há de mais avançado na ciência e tecnologia para ajudar seu cão a viver mais e melhor.
Arthrosis in Dogs: Symptoms and How to Treat It

Arthrosis in dogs is a common condition that affects the joints, causing pain, inflammation and difficulty walking. With advancing age, many dogs suffer from the natural wear and tear of cartilage, but the disease can also appear in young animals due to genetic factors, injuries or joint overload. If you suspect that your dog is suffering from arthrosis, consult a veterinary specialist. What is Canine Arthrosis? Arthrosis in dogs, also known as osteoarthritis, is a degenerative joint disease that can cause pain, inflammation and loss of mobility. It is a progressive problem that is more common in elderly dogs, but can also affect young animals due to genetic factors or trauma. Primary osteoarthritis Primary osteoarthritis occurs due to the natural wear and tear of the joints throughout the animal's life. It is more common in elderly dogs and large breeds such as the Golden Retriever, Labrador and German Shepherd. This type of arthrosis is the result of ageing, with no obvious underlying cause. Secondary osteoarthritis Secondary osteoarthritis is the result of factors such as trauma, hip dysplasia, obesity or pre-existing joint diseases. In these cases, arthrosis can manifest earlier and progress rapidly if there is no proper treatment. Difference Between Arthrosis and Arthritis in Dogs Although often confused, arthrosis and arthritis are distinct conditions that affect dogs' joints. Symptoms of Arthrosis in Dogs The main clinical signs of arthrosis include: The progression of the disease can significantly reduce the animal's quality of life, so it is essential to seek treatment as soon as possible. Causes of arthrosis in dogs Arthrosis can have various origins, including: How to treat arthrosis in dogs Treatment of canine arthrosis should be multidisciplinary, involving veterinarians and specialists. 1) Medications Anti-inflammatory and analgesic drugs prescribed by the vet help to control pain and reduce inflammation. In addition, supplements such as chondroitin and glucosamine can help protect joint cartilage. 2. Physiotherapy and acupuncture Complementary therapies, such as veterinary physiotherapy and acupuncture, help improve mobility and reduce chronic pain. 3. Weight control Maintaining the right weight is essential to avoid overloading the joints. Balanced diets and light exercise are essential for dogs with arthritis. 4. Exercise and Rehabilitation Low-impact activities, such as swimming and controlled walks, can strengthen the muscles and reduce the progression of the disease. 5. Adapting the environment Providing orthopaedic beds, access ramps and avoiding slippery floors helps to reduce the strain on the pet's joints. How to Care for a Dog with Arthrosis Daily care can make all the difference to your dog's quality of life. Some tips include: FAQ - Frequently Asked Questions 1. Can arthrosis in dogs kill? No. Arthrosis is not a fatal disease, but it can have an impact on a dog's quality of life, making it necessary to monitor symptoms closely. 2. How can arthrosis in dogs be cured? Arthrosis cannot be cured, but proper management can ensure the animal's comfort and well-being. 3) What is the best medicine for arthrosis in dogs? Medicines should be prescribed by the vet. Anti-inflammatories, painkillers and chondroprotectors are the most commonly used. 4) How to combat arthrosis in dogs? In addition to veterinary treatment, keeping weight under control and providing a light exercise routine are essential. 5) Is arthrosis more common in elderly dogs? Yes, elderly dogs are more prone due to the natural wear and tear on their joints, but young dogs can also develop the disease. If you want to offer your pet a better quality of life and longevity, check out PetMoreTime's products and solutions! PetMoreTime is a Brazilian biotech company focused on the new science of longevity, based on decades of scientific research. We translate recent advances in geroscience into safe and efficient veterinary protocols aimed at giving your pet more years of healthy life.
Does your dog feel hot? Learn how to identify and protect your pet

Imagine a summer's day, the sun is shining and you're wearing shorts and a t-shirt, but you're still feeling the heat. Now think of your dog: he's there, with all that fur, unable to take off his coat or complain about the heat. Yes, dogs do feel hot, and often more than we realize! Dogs don't have the same ability to regulate their body temperature as we do. They don't sweat through their skin like humans do, and rely mainly on panting to cool down. That's why it's essential to understand how heat affects your pet and what you can do to help. How can you tell if your dog is hot? Dogs give clear signals when they're hot, and it's important for owners to know how to spot them. Here are the main ones: If you notice any of these signs, it's time to take action to cool your pet down. What are the risks of heat for dogs? Excessive heat can pose serious health risks for your dog. One of the most dangerous is canine hyperthermia, which occurs when the animal's body temperature rises above normal (on average, above 39°C). Hyperthermia can lead to serious complications, such as: It is therefore essential to take measures to protect your pet on hot days. What is canine hyperthermia and how can it be prevented? Canine hyperthermia is a serious condition that occurs when a dog's body can no longer regulate its temperature. This can happen on very hot days or when the pet is exposed to situations of intense heat, such as being in a closed car. Symptoms of hyperthermia: How to prevent it: Avoid walks at hot times Prefer to walk your pet in the early morning or late afternoon. Never leave your dog in the car Even with the windows open, the temperature inside a car can rise quickly. Offer fresh water Keep water available at a cool temperature at all times. Use cooling mats These mats are made of cool materials and help keep your pet comfortable. If you suspect your dog has hyperthermia, take him to the vet immediately. What can you do to relieve your dog's heat? Now that you know the risks, let's move on to practical tips to cool your pet down: Wet towels Wipe your dog down with a towel soaked in cold water, especially on the belly and paws. Cooling toys There are toys that can be frozen to help your dog cool down. Fan or air conditioning Use the fan indirectly or keep the air-conditioned room at a pleasant temperature. Pet popsicles Make homemade popsicles with dog-safe fruit, such as watermelon (without seeds) or apples. Watch the asphalt Before going out for a walk, check the temperature of the ground with the palm of your hand. If it's hot for you, it's hot for your dog. Avoid going out to exercise your dog at hot times, as this can trigger a strong heat wave in your dog. Can I use a dog fan? A fan can be used to cool your dog, but be careful not to direct the wind directly at him for too long. For better cooling, use the fan in conjunction with other strategies, such as damp towels or a cold floor. Always observe your dog's behavior and turn off the fan if he seems bothered. To clip or not to clip? Dogs' coats are a natural protection against heat, cold and external agents. Grooming can impair this function, especially in breeds with double or dense coats. Instead of total clipping, invest in regular brushing, proper baths and hygienic clipping to keep the coat healthy and the pet comfortable. The coat is an ally, not a villain! Dogs feel hot, and it's our responsibility as guardians to make sure they're comfortable and safe on the hottest days. Remember: a cool dog is a happy dog! At PetMoreTime, you can find more content like this to care for your pet with love and attention. Find out more about our Pet Longevity Program and book a free chat with our head veterinarian.
Vitamin for elderly dogs: How to increase their longevity?

As dogs get older, their nutritional needs change and vitamin supplementation can often be an ally in maintaining their health and quality of life. But do all elderly dogs need vitamins? How do you choose the best option? In this article, we explore the importance of vitamins for senior dogs and how to ensure healthy longevity for your pet. What is the importance of vitamins for elderly dogs? With advancing age, dogs can become deficient in certain vitamins and minerals that are essential for the body to function properly. Supplementation for senior dogs can help strengthen the immune system, maintain healthy bones and joints, improve cognitive function and contribute to more balanced ageing. Vitamins perform essential functions, such as: How do I know if my dog needs a vitamin? Not all elderly dogs need vitamin supplementation. Ideally, you should look for signs such as: If your dog shows one or more of these symptoms, it is important to see a veterinarian to assess whether there is a need for supplementation. What is the best vitamin for elderly dogs? Choosing the best vitamin for an elderly dog depends on their specific needs. Some of the main essential vitamins and minerals for senior dogs include: Vitamin A Can help with skin health, vision and strengthening the immune system. B-complex vitamins May be essential for neuromuscular function, energy maintenance and proper metabolism. Vitamin D May help in the absorption of calcium and phosphorus, preventing bone problems. Vitamin E May be a powerful antioxidant, essential for cellular health and preventing cognitive decline. Calcium May be important for maintaining bone density and preventing canine osteoporosis. Remember to consult a vet before starting any supplementation with your pet. Do I need to see a vet before giving vitamins? Yes! Administering vitamins without guidance can cause nutritional imbalances and even poisoning. The vet is the best professional to assess your dog's health and recommend appropriate supplementation. Therefore, before supplementing your pet with any vitamin, remember to check with a veterinarian about the need and dose of the supplement. How can PetMoreTime help with canine longevity? PetMoreTime has developed an exclusive protocol for elderly dogs, offering veterinary support and personalized supplementation. The program includes: With this support, your pet can live a longer and better life. General Questions Does a vitamin for elderly dogs make you fat? It depends on the composition of the supplement. Some formulas may contain extra calories, so it is essential to maintain a balanced diet. Is too much vitamin bad for me? Too many vitamins can lead to poisoning and serious health problems. For this reason, supplementation should only be carried out under veterinary supervision. What to give an elderly dog with weak legs? In addition to calcium and vitamin D supplementation, dogs with leg weakness can benefit from physiotherapy, light exercise and medication prescribed by veterinarians. Always consult a vet before making any decisions. Which human vitamin can I give my dog? Not all human vitamins are safe for dogs, as the dosage and ingredients may not be suitable for their metabolism. Ideally, you should always offer supplements formulated specifically for dogs and consult a veterinarian before administering any human vitamin to your pet. How can I boost my dog's immunity quickly? Dogs' immunity can be strengthened with a combination of a balanced diet, adequate supplementation, physical exercise and regular veterinary consultations. What to give a dog with weakness? Weakness in dogs can have various causes, such as old age, muscle diseases, nutritional deficiencies or dehydration. To help a dog with weakness, offer a balanced diet rich in protein and essential vitamins. In addition, adequate hydration and good veterinary care are essential to investigate possible associated diseases.
Activated charcoal for dogs: What is it for and when to use it?

O carvão ativado é comumente utilizado em casos de intoxicação em cães. Reconhecido por sua capacidade de absorver toxinas e substâncias nocivas no trato gastrointestinal, ele pode ser um verdadeiro salvador em situações de emergência. Neste artigo, você vai descobrir para que serve o carvão ativado, em quais casos ele é indicado, os cuidados ao utilizá-lo e quando é essencial procurar orientação de um veterinário. Afinal, garantir a saúde e a segurança do seu pet é sempre prioridade! Para que serve o Carvão Ativado para Cachorro? O carvão ativado é amplamente utilizado na medicina veterinária para reduzir ou impedir a absorção de substâncias tóxicas pelo organismo dos cães. Sua principal função é adsorver toxinas e medicamentos ingeridos, evitando que sejam absorvidos pelo trato gastrointestinal e entrem na corrente sanguínea. Ele é indicado principalmente em casos de: Ingestão acidental de medicamentos inadequados – Como anti-inflamatórios, antidepressivos ou outros fármacos humanos.Intoxicação alimentar – Se o cão consumir alimentos perigosos, como chocolate, cebola, uvas, entre outros.Exposição a substâncias químicas nocivas – Como pesticidas, venenos, detergentes e produtos de limpeza. O carvão ativado deve ser administrado o mais rápido possível após a ingestão da substância tóxica para garantir sua eficácia. No entanto, nem todos os tipos de intoxicação podem ser tratados com essa substância. Em alguns casos, como envenenamento por metais pesados ou produtos corrosivos, ele pode ser ineficaz ou até prejudicial. Por isso, é fundamental buscar orientação veterinária antes de administrá-lo. Como funciona o Carvão Ativado para Cães? O carvão ativado age no organismo do cão por meio de um processo chamado adsorção, no qual as toxinas ingeridas se ligam à superfície porosa do carvão, impedindo que sejam absorvidas pelo intestino. Diferente da absorção, que permite que substâncias entrem na corrente sanguínea, a adsorção mantém as toxinas presas ao carvão até serem eliminadas pelas fezes. Esse mecanismo é altamente eficaz para a maioria das substâncias tóxicas, mas há exceções. O carvão ativado não consegue adsorver certos compostos, como álcool, sais de ferro, produtos cáusticos (ácidos e bases fortes) e alguns metais pesados. Além disso, em alguns casos, pode ser necessário o uso de um catártico osmótico, como o sorbitol, para acelerar a eliminação das toxinas do sistema digestivo. Por ser um tratamento emergencial, o carvão ativado deve ser administrado logo após a ingestão da substância tóxica, idealmente dentro de 30 a 60 minutos. O uso prolongado ou sem indicação pode ser prejudicial, levando a efeitos adversos como constipação ou desidratação, caso seja administrado em excesso. Quando é necessário dar o Carvão Ativado para o Cachorro? O carvão ativado deve ser utilizado apenas em situações específicas de intoxicação, sempre sob recomendação veterinária. Ele pode ser administrado quando: No entanto, nem toda intoxicação pode ser tratada com carvão ativado. Se o cão ingeriu substâncias como álcool, produtos cáusticos (como soda cáustica, ácidos, ou baterias) ou metais pesados (chumbo, ferro, zinco), o carvão ativado não terá efeito e pode até atrapalhar o diagnóstico e o tratamento. Como identificar sinais de intoxicação em cães? Se houver suspeita de intoxicação, a primeira atitude deve ser procurar um veterinário imediatamente. O profissional avaliará a situação e indicará a melhor abordagem, que pode incluir a administração de carvão ativado ou outros procedimentos mais adequados, como lavagem gástrica, fluidoterapia ou uso de antídotos específicos. Caso perceba qualquer um desses sintomas, procure um veterinário imediatamente. O atendimento rápido é essencial para minimizar os efeitos da intoxicação e garantir a recuperação do seu pet Como administrar Carvão Ativado em Cães? A administração do carvão ativado em cães deve ser feita via oral, geralmente sob a forma de suspensão líquida ou granulada. Para garantir a eficácia do tratamento, siga estas recomendações: Após a administração, é importante observar o cão para garantir que ele não apresente sinais de desconforto intestinal. Quanto tempo para o Carvão Ativado fazer efeito em Cachorro? O carvão ativado começa a agir imediatamente após a administração, adsorvendo as toxinas ainda presentes no trato gastrointestinal. Seu efeito máximo ocorre dentro de 30 a 60 minutos após a ingestão. Se a intoxicação aconteceu há muitas horas ou se a substância já foi absorvida pelo organismo, o carvão ativado pode ter eficácia reduzida. Nessas situações, o veterinário poderá sugerir outros tratamentos complementares, como fluidoterapia ou indução ao vômito (se seguro). Há algum efeito colateral? O carvão ativado é considerado seguro para cães quando administrado corretamente, mas pode causar alguns efeitos adversos em situações específicas: Constipação intestinal – Pode ocorrer em alguns cães, principalmente se a dose administrada for alta ou se houver predisposição a problemas intestinais.Diarreia – Algumas formulações que contêm sorbitol podem causar diarreia e desidratação se usadas em excesso.Dificuldade na absorção de medicamentos – O carvão ativado pode reduzir a eficácia de alguns medicamentos, como a Leflunomida e substâncias absorvidas pelo intestino. Por isso, seu uso deve ser avaliado cuidadosamente por um veterinário. Se o cão apresentar qualquer reação incomum após a administração, como vômitos persistentes, letargia excessiva ou sinais de desconforto abdominal, procure um veterinário imediatamente. Onde comprar Carvão Ativado para Cachorro? O carvão ativado para cães está disponível em diferentes formas, como granulado, comprimidos ou suspensão líquida, e pode ser adquirido em clínicas e hospitais veterinários, que são os locais mais indicados para garantir um produto seguro e adequado ao seu pet. Além disso, algumas farmácias de manipulação veterinária oferecem versões personalizadas do carvão ativado, permitindo uma dosagem mais precisa. Também é possível encontrar o produto em pet shops e lojas especializadas online, mas é fundamental verificar a procedência antes da compra. Vale lembrar que o carvão ativado não deve ser administrado sem orientação veterinária. Em casos de emergência, consulte um profissional para garantir o melhor tratamento para o seu cão. Posso dar Carvão Ativado de Humano para Cachorro? O carvão ativado utilizado por humanos pode parecer uma opção viável em situações de emergência, mas não é recomendado administrá-lo ao seu cão sem orientação veterinária. As formulações destinadas ao uso humano podem conter aditivos ou ingredientes que não são seguros para os animais, além de a dosagem não ser
Is it possible to prolong a dog's life?

Dog longevity is a topic of great interest to many owners who want their four-legged companions to live longer, better lives. But is it really possible to extend a dog's life? Here, we'll explore how aging works, the life span of dogs, and the best practices for preventing canine aging. Shall we get started? How aging works Aging is a natural biological process that occurs in all living beings, including dogs. As dogs age, their cells deteriorate, resulting in a decrease in bodily function and a greater susceptibility to disease. Genetic, environmental and lifestyle factors influence how quickly dogs age. We can see this around their muzzles, where the hair begins to get lighter and lighter, for example. What is a dog's lifespan? Dogs' life expectancy varies widely depending on their breed, size and the care they receive throughout their lives. On average, small dogs tend to live longer, approximately 10-13 years, while large dogs have a shorter life expectancy, usually between 8-12 years. However, proper care can significantly influence these figures. Read more about how long a dog lives. What to do to prevent canine ageing To prolong your dog's life, some recommended practices include: Balanced diet: The ideal diet for a dog can vary significantly according to factors such as age, size, breed, health conditions and activity level. It is therefore essential that your pet's diet is planned with the support of a veterinarian specializing in nutrition. This professional will assess your dog's specific needs and be able to recommend a diet rich in proteins, healthy fats, carbohydrates, essential vitamins and minerals. In some cases, natural or custom-formulated diets can bring additional nutritional benefits, but always based on your vet's advice. The FEDIAF Nutritional Guidelines also serve as an important reference to ensure that your dog receives the necessary nutrients at all stages of life. Regular exercise: Regular physical activity is essential for dogs' physical and mental health. One study showed a significant association between physical activity and cognitive function in dogs, suggesting that physical activity can have a positive impact on cognitive health and potentially increase life expectancy. Regular veterinary care: Regular visits to the vet are essential for your dog's general health. Regular examinations can detect health problems early on, allowing for timely interventions that can prolong your dog's healthy life. In addition to vaccinations, examinations can include cardiac, dental, endocrine and other assessments, depending on your dog's age and health condition. Oral health: Oral health is a crucial part of your dog's general health. Dental problems can lead to systemic diseases, including heart and kidney disease. Maintaining good oral hygiene, including regular brushing and dental check-ups, can help prevent these complications and contribute to a longer, healthier life. Enriching environment: Providing an enriching environment with interactive toys and opportunities for socialization can help keep your dog's mind active. This is especially important as dogs get older, as mental stimulation can help slow cognitive decline. I hope you find this information useful in improving your content. Remember that it is always important to consult an animal vet for specific advice for each dog. Is it possible to prolong a dog's life? Yes, with advances in the fast pace of veterinary science, it is possible to increase the life expectancy of dogs. But beware, it's not possible to increase it beyond the limit, only to prevent the triggers that can accelerate your dog's ageing. Modern medical treatments, specialized diets and preventive care have shown promising results for canine longevity. The key is a combination of preventative care and a healthy environment that supports both the physical and mental health of dogs.
How long does a dog live? Canine Longevity

Quando adotamos um cachorro, uma das primeiras perguntas que nos vem à mente é: “Quantos anos vive um cachorro?” A expectativa de vida de um cão varia amplamente entre as diferentes raças e tamanhos, sendo influenciada por diversos fatores como genética, cuidados de saúde, e estilo de vida. Neste artigo, exploraremos a média de vida dos cães, destacando as diferenças entre os portes grande e pequeno, além de abordar a expectativa de vida dos cães vira-lata. Vamos começar! Tamanho e raça influenciam na longevidade canina? O tamanho e a raça são fatores significativos que influenciam a longevidade dos cães. De maneira geral, cães de pequeno porte tendem a viver mais do que cães de grande porte. Essa diferença está relacionada ao crescimento acelerado e ao maior desgaste corporal que os cães de grande porte enfrentam ao longo da vida. Além disso, cada raça apresenta predisposições genéticas específicas que podem afetar sua saúde, como doenças cardíacas em raças maiores e problemas respiratórios em raças braquicefálicas. Embora o porte e a raça sejam determinantes, fatores como nutrição, estilo de vida e cuidados preventivos desempenham papéis cruciais para prolongar a vida saudável dos cães, independentemente do tamanho ou da raça. Quanto tempo vive um cachorro, de acordo com o porte? A expectativa de vida de um cachorro é uma questão frequentemente levantada por tutores e amantes de animais. Em média, um cachorro vive 10-13 anos. Esta média de idade varia significativamente entre diferentes raças e tamanhos, sendo influenciada por diversos fatores como genética, cuidados de saúde, e estilo de vida. Porte Grande Cães de grande porte, como Labradores, Golden Retrievers e Pastores Alemães, geralmente têm uma expectativa de vida mais curta em comparação com os cães menores. Em média, estes cães vivem entre 8 a 12 anos. Fatores como seu rápido crescimento e predisposição a certas doenças, como displasia de quadril e problemas cardíacos, podem influenciar essa expectativa. Estes cães de porte grande também são mais suscetíveis a desenvolverem problemas cancerígenos. Por exemplo, um São Bernardo, conhecido por seu tamanho impressionante, tende a ter uma vida mais curta, enquanto um Labrador, apesar de ser grande, pode viver um pouco mais devido à sua robustez geral e menor predisposição a doenças graves. Em média, essas raças vivem cerca de: Cães de Grande Porte Cães de Médio Porte Porte Pequeno Por outro lado, cães de pequeno porte, como Chihuahuas, Poodles e Shih Tzus, podem ter uma vida mais longa. Esses cães frequentemente vivem entre 12 a 15 anos. O Shih Tzu, por exemplo, é conhecido por viver em média 11.05 anos. Estes cães menores têm um crescimento mais lento e, geralmente, menos problemas de saúde graves em comparação com cães maiores, contribuindo para uma vida mais longa. De acordo com um estudo que classificou a expectativa de vida de cachorros no Reino Unido, em média, essas raças vivem cerca de: Cães de Pequeno Porte Quantos anos vive um cachorro vira-lata? Os cães vira-lata, ou cães sem uma raça definida, apresentam uma variedade de expectativas de vida. Geralmente, eles têm uma média de vida entre 10 a 15 anos, dependendo de fatores como tamanho, cuidados de saúde e genética. A diversidade genética dos vira-latas muitas vezes contribui para uma saúde mais robusta e uma menor incidência de doenças genéticas específicas de raças, o que pode resultar em uma vida mais longa. Qual é a expectativa máxima que um cachorro vive? Alguns cães se destacam por sua longevidade, ultrapassando as médias de expectativa de vida comuns a muitas raças. Embora a expectativa de vida média dos cães seja de cerca de 10 a 13 anos, alguns cães, especialmente de raças pequenas, podem viver até os 15 anos ou mais. Casos excepcionais de cães que viveram até 20 anos existem, mas são raros. Por exemplo, raças como Chihuahua, Lulu da Pomerânia e Jack Russell Terrier são conhecidos por sua longevidade, algumas vezes vivendo além dos 15 anos. Essas raças menores tendem a ter um ritmo de vida mais lento e são menos propensas a doenças genéticas complexas, o que contribui para sua maior longevidade. Raças específicas como o Poodle Toy e o Lhasa Apso também são notáveis por suas longas vidas, muitas vezes chegando aos 15 anos. Além disso, cães sem raça definida (SRD) tem tendência a viver cerca de 1.2 anos a mais do que cães de raça pura do mesmo tamanho. Quais são os sintomas do envelhecimento canino? Os sinais de envelhecimento em cães variam, mas geralmente incluem alterações físicas, comportamentais e de saúde Entre os sintomas mais comuns estão a perda de mobilidade, como dificuldade para subir escadas ou caminhar; pelo mais grisalho, especialmente ao redor do rosto; mudanças nos padrões de sono; perda de apetite; redução na audição e visão; e, em alguns casos, sinais de confusão mental ou desorientação. É fundamental que os tutores fiquem atentos a essas mudanças para garantir cuidados adequados durante essa fase. O que pode diminuir a expectativa de vida dos cachorros? Fatores como alimentação inadequada, falta de exercícios regulares, excesso de peso, ausência de acompanhamento veterinário, e predisposições genéticas podem impactar negativamente a longevidade canina. Além disso, o estresse, um ambiente pouco enriquecido e a falta de cuidados preventivos, como vacinas e controle de parasitas, podem agravar problemas de saúde e reduzir a expectativa de vida dos cães. Como a PET MORE TIME poderá ajudar na longevidade Canina? A PetMoreTime combina ciência avançada e tecnologia para oferecer um protocolo de longevidade único para cães. Através de fórmulas personalizadas, baseadas em exames e acompanhadas por veterinários especializados, é possível monitorar e ajustar o tratamento conforme as necessidades específicas de cada cão. Além disso, o uso da coleira de monitoramento permite um acompanhamento em tempo real dos dados vitais e de saúde, garantindo que cada pet receba cuidados de ponta para viver mais e com qualidade.
Best friends: study with Brazilian dogs tries to find out how to make them live longer and better

Kitana is a weapons and drug detection professional. She demonstrates agility, expertise and security. But she was also born with the soul of a model. Trained as a sniffer, she exudes talent in front of the camera. Kitana's only fault seems to be that of all dogs. They leave us early. Dogs live short lives and share many of the ills of human old age. However, around the world, a series of new scientific studies are trying to give dogs a longer and healthier life. In Brazil, the first such initiative is due to start this year and will investigate strategies for improving quality of life. Especially in professional dogs like Kitana, who belongs to the Battalion of Actions with Dogs (BAC), of the Military Police of Rio de Janeiro.
Dermatitis in Dogs: How to treat it? PMT answers!

Você já sofreu com dermatite? Aquela irritação e coceira terrível que muitas pessoas enfrentam. Mas essa condição não é exclusiva aos humanos – os cachorros também podem sofrer com dermatite! Se você chegou até aqui, provavelmente é porque seu cãozinho está passando por isso, não é mesmo? Não se preocupe, você está no lugar certo. Neste blog, vamos explorar tudo sobre a dermatite em cachorros: como tratar, identificar os sintomas e entender as causas. Preparado para ajudar seu amigo de quatro patas a se livrar desse incômodo? Vamos lá! Sintomas Os sintomas de dermatite em cachorros podem variar, mas os mais comuns incluem: Causas As causas da dermatite em cachorros são variadas e podem incluir: Tipos de Dermatite em Cachorros Existem vários tipos de dermatite em cachorros, cada um com suas características e causas específicas. Conhecer os diferentes tipos pode ajudar você a identificar melhor o problema e buscar o tratamento mais adequado. Lembre-se de que a consulta com o veterinário especialista é a recomendação para identificar e tratar de forma correta o seu animal. Jamais diagnostique ou trate uma dermatite sem a opinião de um especialista. Os tipos mais comuns incluem: 1. Dermatite Atópica A dermatite atópica é uma condição alérgica crônica que resulta de uma resposta exagerada do sistema imunológico a alérgenos ambientais, como pólen, ácaros, fungos e poeira. É mais comum em determinadas raças, como Bulldogs, Labradores e Terriers. Os principais sintomas incluem coceira intensa, vermelhidão e lesões na pele, especialmente nas patas, face e orelhas. O diagnóstico de dermatite atópica canina é desafiador, pois atualmente não há um biomarcador confiável que distinga essa doença de outros distúrbios dermatológicos. 2. Dermatite de Contato A dermatite de contato ocorre quando a pele do cachorro entra em contato com substâncias irritantes ou alérgenas. Produtos de limpeza, pesticidas, determinados materiais plásticos e até algumas plantas podem desencadear essa condição. Os sinais típicos incluem áreas de vermelhidão e irritação, geralmente localizadas em partes do corpo que entraram em contato direto com a substância irritante. 3. Dermatite Seborreica A dermatite seborreica é causada por um desequilíbrio na produção de óleo pela pele do cachorro. Pode resultar em pele oleosa, caspa e um odor desagradável. Existem duas formas principais: seborreia oleosa (excesso de oleosidade) e seborreia seca (ressecamento da pele). Esta condição pode ser primária (hereditária) ou secundária a outras doenças como infecções ou alergias. 4. Dermatite Alérgica à Picada de Pulga (DAPP) A dermatite alérgica à picada de pulga é uma reação alérgica severa à saliva das pulgas. Mesmo uma única picada pode causar uma resposta alérgica intensa. Os sintomas incluem coceira extrema, vermelhidão, inchaço e crostas, especialmente na região lombar, base da cauda e parte traseira das pernas. É essencial o controle rigoroso de pulgas para prevenir esta condição. 5. Dermatite Trofoalérgica A dermatite trofoalérgica, também conhecida como dermatite alimentar, é causada por uma reação alérgica a determinados ingredientes na dieta do cachorro. Proteínas de origem animal como carne bovina, frango ou laticínios são os alérgenos mais comuns. Os sintomas incluem coceira, vermelhidão, erupções cutâneas e problemas digestivos como diarreia ou vômito. O tratamento envolve a identificação e eliminação do alérgeno da dieta do cachorro. 6. Pododermatite A pododermatite é a inflamação das patas do cachorro, geralmente causada por alergias, infecções bacterianas ou fúngicas, parasitas ou lesões. Os sintomas incluem inchaço, vermelhidão, lesões e coceira nas patas. O tratamento pode incluir antibióticos, antifúngicos, controle de parasitas e mudanças na dieta, dependendo da causa subjacente. 7. Lesão Dermatológica As lesões dermatológicas podem resultar de vários fatores, incluindo traumas, infecções, alergias ou condições autoimunes. Elas podem se manifestar como úlceras, feridas, crostas ou nódulos na pele do cachorro. A avaliação veterinária é essencial para determinar a causa das lesões e o tratamento adequado, que pode variar de medicamentos tópicos a terapias mais complexas. 8. Sarna em Cachorros (Mange) A sarna é uma condição de pele causada por ácaros que infestam a pele do cachorro. Existem dois tipos principais de sarna: sarcóptica (causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei) e demodécica (causada pelo ácaro Demodex canis). Os sintomas incluem intensa coceira, vermelhidão, perda de pelo e crostas na pele. O tratamento geralmente envolve o uso de medicamentos específicos para eliminar os ácaros e aliviar a irritação da pele. 9. Dermatite por Malassezia A dermatite por Malassezia é causada por um crescimento excessivo do fungo Malassezia pachydermatis na pele do cachorro. Esta condição é mais comum em áreas úmidas e quentes do corpo, como orelhas, dobras da pele e entre os dedos. Os sintomas incluem coceira, vermelhidão, odor desagradável e escurecimento da pele. O tratamento pode incluir o uso de shampoos antifúngicos e medicamentos orais ou tópicos para controlar a infecção. 10. Dermatite Piodermatite (Dermatite Úmida Aguda) A dermatite piodermatite, também conhecida como dermatite úmida aguda, é uma inflamação da pele que ocorre rapidamente e é caracterizada por áreas úmidas e vermelhas, frequentemente causadas por lambedura ou mordedura excessiva. Isso pode ser resultado de uma alergia, picada de inseto, ou outra irritação. O tratamento pode incluir a limpeza da área afetada, uso de medicamentos anti-inflamatórios e, em alguns casos, antibióticos para prevenir infecções secundárias. 11. Dermatite Alérgica de Contato A dermatite alérgica de contato é uma reação inflamatória da pele que ocorre quando o cachorro entra em contato com uma substância alérgena ou irritante. Isso pode incluir produtos de limpeza, certos tipos de plantas, ou até mesmo produtos para pulgas. Os sintomas incluem vermelhidão, coceira, e lesões na área de contato. O tratamento geralmente envolve a identificação e remoção do alérgeno, além de cuidados tópicos e medicamentos prescritos pelo veterinário. 12. Dermatite Acral por Lambedura A dermatite acral por lambedura é uma condição crônica onde o cachorro lambe uma área específica do corpo excessivamente, geralmente as patas, causando lesões e infecções. Isso pode ser desencadeado por estresse, tédio ou ansiedade. O tratamento inclui abordar a causa subjacente do comportamento, além de cuidados tópicos e, em alguns casos, o uso de colares elisabetanos para evitar a lambedura. 13. Dermatite de Cobreiro A dermatite de cobreiro é causada
Lifespan and Healthspan: how do they impact canine health?

Nosso entendimento sobre a medicina veterinária e a ciência da longevidade tem avançado a passos largos. Por isso, os conceitos de expectativa de vida (lifespan) e tempo de vida saudável (healthspan) têm se tornado cada vez mais importantes nas discussões sobre a saúde canina. Embora esses termos sejam frequentemente usados de forma intercambiável, eles representam aspectos distintos da vida e do bem-estar de um cão. Discutiremos, a partir de agora, o que significam os termos lifespan e healthspan, como eles são fundamentais para os estudos de longevidade e por que focar em ambos é crucial para melhorar a qualidade de vida dos cães. Lifespan e Healthspan: o que significam? Lifespan, que aqui nós definiremos como a expectativa de vida, refere-se ao número total de anos que um cão vive, desde o nascimento até a morte. É uma medida básica de longevidade, indicando a idade máxima que um cão pode alcançar em condições ideais. Fatores que influenciam a expectativa de vida incluem genética, raça, ambiente, dieta e cuidados médicos. Healthspan, por outro lado, refere-se ao período de vida de um cão livre de doenças graves ou incapacitantes. Esse conceito prioriza a qualidade de vida, não só os “anos totais”. O foco do healthspan, portanto, é contabilizar quanto tempo um cão pode manter boa saúde física e mental, mobilidade e a capacidade de realizar atividades diárias normais. Lifespan e Healthspan em estudos de longevidade Os estudos mais atuais conduzidos por especialistas e centros de pesquisa em longevidade visam estender tanto a expectativa de vida (lifespan) quanto o tempo de vida saudável (healthspan) dos cães. Esses estudos investigam os fatores biológicos, ambientais e de estilo de vida que contribuem para o envelhecimento e doenças. Ao entender esses fatores, os pesquisadores esperam desenvolver intervenções que possam prolongar a vida, ao mesmo tempo que melhoram a qualidade dessa vida prolongada. Estudos focados no lifespan procuram maneiras de prevenir ou tratar condições ameaçadoras, como doenças cardíacas, doenças infecciosas, câncer e falência de órgãos. Avanços da medicina veterinária, incluindo o desenvolvimento de vacinas, antibióticos e técnicas cirúrgicas, aumentaram significativamente a expectativa média de vida dos cães nas últimas décadas. Já os estudos focados no healthspan vão além, visando retardar o aparecimento de doenças relacionadas à idade e proporcionar saúde e vitalidade pelo maior tempo possível. As intervenções podem incluir uso de nutracêuticos e fármacos, programas de exercícios e tratamentos médicos que melhorem a saúde geral e previnam o declínio associado ao envelhecimento. Medidas que aumentam o lifespan Várias medidas de saúde veterinária contribuíram para o aumento da expectativa de vida canina, tais como: Medidas que aumentam o healthspan Enquanto a pesquisa científica continua a explorar maneiras de estender o tempo de vida saudável, há várias medidas práticas que os tutores podem adotar para promover uma vida mais saudável e longa para seus cães: Longevidade canina: o que está por vir? À medida que a medicina veterinária avança, o foco está mudando para não apenas tratar doenças, mas também preveni-las e promover o bem-estar geral. O futuro da pesquisa em saúde canina é promissor, com várias áreas de estudo emocionantes A medicina personalizada certamente é uma delas. Ter a oportunidade de personalizar tratamentos e medidas preventivas para a composição genética individual do cão, estilo de vida e estado de saúde pode melhorar os resultados e aumentar o tempo de vida saudável. Acompanhar os marcadores do envelhecimento por meio de relógios epigenéticos é outra medida interessante. Ao identificar biomarcadores específicos associados a processos biológicos de envelhecimento, podemos desenvolver intervenções direcionadas. Esses biomarcadores podem orientar decisões sobre dieta, exercícios e tratamentos médicos para retardar o envelhecimento e prevenir doenças. Já mencionamos os nutracêuticos, que podem ter um papel decisivo na promoção da longevidade, mas não é só isso. A ciência da longevidade também está estudando alguns fármacos que impactam diferentes processos ligados ao envelhecimento, como a rapamicina e a metformina. Essas drogas têm se mostrado promissoras em estudos com animais. Conclusão A distinção entre lifespan e healthspan é fundamental para a compreensão dos mecanismos que governam o envelhecimento. Embora o aumento da expectativa de vida canina já seja uma realidade, graças a avanços veterinários, o objetivo agora é garantir que esses anos extras sejam vividos com boa saúde e vitalidade. Você, tutor, tem um papel especial nisso tudo. Com cuidados adequados, nutrição, exercícios e exames veterinários regulares, é possível impactar positivamente o tempo de vida saudável do seu cão. Nós, da PetMoreTime, estamos aqui para garantir que a ciência te acompanhe em todos esses cuidados, garantindo que seu pet não só viva mais, mas tenha qualidade, alegria e disposição em todos os momentos ao seu lado.