AVC em cachorro idoso: Mito ou verdade? Saiba tudo que você precisa

Ver um cachorro idoso perder o equilíbrio de repente, ficar “torto”, desorientado ou incapaz de se levantar é uma das situações mais assustadoras para qualquer tutor. Em muitos desses casos, a primeira suspeita é o AVC em cachorro idoso. O AVC em cães existe, é mais comum em animais mais velhos e costuma acontecer de forma súbita. No entanto, nem todo quadro neurológico agudo é, de fato, um AVC. Por isso, entender os sintomas, a importância do diagnóstico correto e as possibilidades de recuperação é fundamental para tomar decisões mais seguras. O que é AVC em cachorro idoso? AVC é a sigla para acidente vascular cerebral, uma condição causada por uma interrupção ou alteração do fluxo sanguíneo no cérebro. Quando falamos em AVC (acidente vascular cerebral), muitas pessoas pensam imediatamente em placas de gordura entupindo vasos, como acontece com frequência em humanos. Mas em cães, a história é bem diferente. Em cães, assim como em humanos, isso pode levar à morte ou ao mau funcionamento de células cerebrais em uma determinada região. O AVC em cães existe, mas ocorre com frequência muito menor do que em humanos. Além disso, os mecanismos envolvidos não são os mesmos. Em termos gerais, o AVC acontece quando há: Nos cães, esses eventos são incomuns e, quando ocorrem, normalmente estão ligados a doenças de base. Em cachorros idosos, o AVC costuma estar associado ao envelhecimento do sistema vascular e à presença de doenças de base, como alterações cardíacas, endócrinas ou metabólicas. Existem dois tipos principais: o AVC isquêmico, quando há obstrução de um vaso, e o AVC hemorrágico, quando ocorre o rompimento de um vaso sanguíneo. Independentemente do tipo, o resultado é um déficit neurológico que surge de forma abrupta. Quais são os sintomas de AVC em cachorro idoso? Os sintomas de AVC em cachorro idoso costumam surgir de forma súbita e, muitas vezes, pegam o tutor completamente de surpresa. Os sinais mais comuns incluem: É importante reforçar que esses sintomas não são exclusivos do AVC. Outras doenças neurológicas podem causar sinais muito semelhantes, o que torna a avaliação veterinária indispensável. Por exemplo, a disfunção cognitiva do cão idoso. Embora ambos afetem o cérebro do cão idoso, o AVC surge de forma súbita e localizada, enquanto a disfunção cognitiva evolui lentamente como parte do envelhecimento cerebral. Como é o diagnóstico Apesar dos sintomas chamarem muita atenção, não é possível confirmar um AVC apenas observando o cachorro em casa. Diversas condições neurológicas podem causar sinais muito semelhantes, como a síndrome vestibular, inflamações no sistema nervoso, tumores cerebrais, infecções ou até alterações metabólicas graves. Por isso, o diagnóstico de AVC em cachorro idoso depende obrigatoriamente de avaliação clínica veterinária. O veterinário vai considerar o histórico do animal, a forma como os sintomas surgiram, o exame neurológico e, quando indicado, exames complementares. Exames laboratoriais ajudam a identificar doenças associadas, enquanto exames de imagem são importantes para diferenciar AVC de outras causas neurológicas. Esse passo é essencial para definir o tratamento e o prognóstico. O que fazer quando o cachorro tem AVC? Diante de sinais neurológicos súbitos, o mais importante é procurar atendimento veterinário o quanto antes. Não se deve medicar o cachorro em casa, nem tentar forçar movimentos ou “colocá-lo de pé”. O ideal é mantê-lo em local seguro, confortável e com o mínimo de estímulo até a avaliação profissional. Quanto mais rápido o cachorro for avaliado, maiores são as chances de identificar a causa correta e iniciar o suporte necessário. Cachorro com AVC sente dor? Na maioria dos casos, o AVC em si não causa dor intensa. O que o cachorro sente é confusão, desorientação e dificuldade de controlar o próprio corpo. No entanto, podem existir dores associadas a esforço muscular, quedas ou a doenças que levaram ao AVC. Além disso, o desconforto emocional e o estresse do quadro não devem ser subestimados, especialmente em cães idosos. Como um cachorro se recupera de um AVC? A recuperação de um AVC em cachorro idoso costuma ser gradual. Nos primeiros dias, o cachorro pode precisar de ajuda para se movimentar, se alimentar e até para manter o equilíbrio. Com o tempo, parte das funções neurológicas pode ser retomada. Em alguns casos, fisioterapia, adaptação do ambiente e acompanhamento contínuo fazem grande diferença na qualidade de vida. Cada cachorro responde de forma única, e comparações com outros casos nem sempre são úteis. AVC em cachorro idoso deixa sequelas? Pode deixar, sim. Entre as sequelas mais comuns estão dificuldade para andar, inclinação permanente da cabeça, alterações de coordenação e mudanças comportamentais. Em alguns cães, essas sequelas diminuem com o tempo; em outros, tornam-se permanentes. O importante é avaliar se o cachorro consegue manter conforto, interação e uma rotina minimamente funcional. Existe remédio para AVC em cachorro? Não existe um medicamento específico que “cure” o AVC em cães. O tratamento é voltado para o suporte clínico e para o controle das doenças de base que contribuíram para o evento, como alterações cardíacas, inflamatórias ou metabólicas. Cada caso exige uma abordagem individualizada, definida pelo veterinário. Quando o AVC em cachorro pode levar a óbito? O AVC pode levar a óbito em situações mais graves, especialmente quando há lesões extensas, AVC hemorrágico importante ou doenças associadas severas. Em cachorros idosos, o organismo tem menor capacidade de compensação, o que torna alguns quadros mais delicados. Ainda assim, muitos cães sobrevivem e se adaptam bem. Quando a eutanásia é avaliada? A decisão pela eutanásia nunca deve ser baseada apenas no diagnóstico de AVC. Ela é considerada apenas quando há sofrimento intenso, ausência de resposta ao tratamento e comprometimento grave da qualidade de vida. Essa decisão deve ser tomada com orientação veterinária, levando em conta o bem-estar do animal. Como a PetMoreTime pode ajudar O AVC em cachorro idoso está frequentemente ligado ao envelhecimento do organismo como um todo, incluindo alterações vasculares, metabólicas e neurológicas. A PetMoreTime acompanha o envelhecimento do cachorro de forma contínua, ajudando a identificar sinais precoces de desequilíbrios que podem aumentar o risco de eventos graves ao longo do tempo. Com monitoramento baseado
Cachorras entram na menopausa? Como funciona o envelhecimento reprodutivo

Assim como nós, os cachorros experienciam o envelhecimento e com ele algumas consequências. Para quem tem um cachorro fêmea, pode surgir a dúvida se elas entram na menopausa, assim como as mulheres. No entanto, isso é um mito. Cachorro tem menopausa? Diferente das mulheres, as cadelas não têm menopausa verdadeira. Ou seja, não existe uma interrupção definitiva da atividade reprodutiva causada por falência hormonal ovariana como ocorre nos humanos. Isso significa que, do ponto de vista biológico, a cadela continua entrando no cio ao longo da vida, mesmo na velhice. Cachorra idosa pode engravidar? Sim. Uma cachorra idosa pode engravidar, desde que ainda esteja ciclando e não tenha sido castrada. No entanto, o fato de poder engravidar não significa que a gestação seja segura. Com o avanço da idade, aumentam significativamente os riscos de complicações maternas e fetais, e muitas delas podem ser graves. Gestação em cadelas idosas está associada a maior incidência de complicações como infecções uterinas, abortos, partos difíceis e alterações metabólicas. Cachorra “menstrua” com quantos anos? Existe idade para parar? Do ponto de vista biológico, as cadelas não interrompem naturalmente seus ciclos reprodutivos, embora os sinais possam tornar-se menos evidentes com a idade. Isso faz muitos tutores acreditarem que a cadela “entrou na menopausa”, quando na verdade o corpo apenas está envelhecendo. Qual a idade máxima que uma cadela pode engravidar? Não existe uma idade máxima definida em números. O que existe é uma avaliação de risco. A partir do momento em que a cadela é considerada idosa — o que varia conforme o porte — a gestação passa a ser desaconselhada do ponto de vista médico-veterinário. Mesmo que a cadela ainda entre no cio, a capacidade do organismo de sustentar uma gestação saudável diminui com o tempo. Quando uma cadela é considerada idosa? A idade em que uma cadela é considerada idosa depende do porte: De forma geral, muitos cães já apresentam sinais de envelhecimento a partir dos 7 anos, especialmente os de maior porte. Qual a idade que a cadela para de entrar no cio? Do ponto de vista biológico, a cadela não para de entrar no cio naturalmente. O que pode ocorrer é a redução da regularidade ou alterações nos sinais comportamentais e físicos do cio. Essas mudanças são consequência do envelhecimento do sistema reprodutivo, mas não caracterizam menopausa. Como é o cio de uma cadela idosa? O cio em cadelas idosas pode ser diferente do observado em fases mais jovens da vida. Algumas apresentam sangramento mais discreto, outras têm ciclos mais espaçados ou sinais comportamentais menos evidentes. Em certos casos, o cio pode passar quase despercebido. Essas alterações exigem atenção, pois ciclos irregulares em cadelas idosas também podem estar associados a doenças uterinas, como a piometra. É normal a cachorra não entrar no cio? Quando uma cadela deixa de apresentar sinais de cio por longos períodos, isso não deve ser considerado normal. Alterações hormonais, doenças uterinas, problemas ovarianos ou condições sistêmicas podem interferir no ciclo reprodutivo, especialmente em cães mais velhos. Por isso, a ausência prolongada de cio merece investigação veterinária. Castrar uma cadela idosa ainda faz sentido? As orientações mais atuais sobre castração mostram que o procedimento não é obrigatório para todas as cadelas idosas que estão saudáveis. Hoje, já se sabe que os hormônios sexuais também têm um papel importante no equilíbrio do organismo e podem contribuir para a saúde e a longevidade dos cães. Por isso, a decisão de castrar uma cadela idosa deve ser feita de forma individual, com acompanhamento veterinário. A castração costuma ser indicada principalmente em situações como infecção no útero (piometra), tumores de mama, alterações uterinas ou quando a cadela tem acesso à rua e existe risco real de gravidez. Como a PetMoreTime pode ajudar O envelhecimento da cadela envolve mudanças hormonais, metabólicas e reprodutivas que nem sempre são visíveis no dia a dia. A PetMoreTime acompanha essas transformações de forma contínua, ajudando a identificar sinais precoces de desequilíbrios hormonais e riscos associados ao envelhecimento reprodutivo. Com monitoramento baseado em ciência, é possível tomar decisões mais seguras ao longo da vida da sua cadela.
Verrugas em cachorro idoso: quando é normal, quando se preocupar e como tratar

Com o envelhecimento, a pele do cachorro passa por mudanças naturais. O sistema imunológico se torna menos eficiente, a renovação celular fica mais lenta e pequenas alterações cutâneas começam a aparecer com mais frequência. Por isso, verrugas em cachorro idoso são relativamente comuns e, em muitos casos, benignas. No entanto, nem toda verruga deve ser ignorada. Algumas podem indicar infecções virais, inflamações crônicas ou até tumores de pele. A diferença entre algo simples e algo que merece investigação está na aparência, no crescimento e no comportamento da verruga ao longo do tempo. O que causa verruga em cachorro idoso? Em cães idosos, as verrugas podem ter diferentes origens. Algumas surgem por alterações benignas relacionadas ao envelhecimento da pele. Outras aparecem devido a infecções virais, como a papilomatose canina, ou a processos inflamatórios crônicos. Também é importante considerar que nem toda verruga é realmente uma verruga. Tumores de pele, como adenomas sebáceos e mastocitomas, podem inicialmente se parecer com verrugas comuns. Por isso, qualquer lesão nova, que cresce rapidamente ou muda de aspecto, deve ser avaliada. Tipos de verrugas e lesões de pele em cachorro idoso Quando surge uma “verruga” em um cachorro idoso, é importante saber que nem toda lesão elevada na pele é, de fato, uma verruga viral. O termo é usado de forma popular, mas clinicamente diferentes alterações podem ter aparência semelhante. Em cães idosos, as principais possibilidades incluem verrugas virais, tumores benignos e, em alguns casos, tumores malignos de pele. A diferenciação visual nem sempre é possível sem avaliação veterinária. Papilomatose canina A papilomatose canina é causada por um vírus da família do papilomavírus e leva à formação de verrugas, geralmente com aspecto irregular, superfície rugosa e crescimento em “couve-flor”. Ela é mais comum em cães jovens, mas pode surgir em cachorros idosos com queda da imunidade, especialmente quando o sistema imunológico já não consegue controlar o vírus de forma eficiente. As lesões aparecem com maior frequência na boca, nos lábios, gengiva e, ocasionalmente, na face e ao redor dos olhos. Adenoma sebáceo O adenoma sebáceo é um tumor benigno, bastante comum em cães idosos. Ele se origina das glândulas sebáceas da pele e costuma ter aparência elevada, arredondada e, às vezes, com aspecto “verrucoso”. Geralmente cresce lentamente e não causa dor, mas pode inflamar, sangrar ou infeccionar se sofrer atrito constante, como em regiões onde o cachorro coça ou esfrega com frequência. Embora benigno, o adenoma sebáceo deve ser acompanhado, principalmente se houver mudanças rápidas de tamanho ou aparência. Carcinoma de Células Escamosas (CCE) O carcinoma de células escamosas é um tumor maligno de pele, mais comum em cães idosos, especialmente em áreas de pele clara ou com pouca pigmentação. No início, pode se parecer com uma verruga ou ferida pequena, mas tende a evoluir para lesões ulceradas, dolorosas e de cicatrização difícil. Áreas como boca, lábios, pálpebras e focinho merecem atenção redobrada. Por se tratar de uma neoplasia maligna, o diagnóstico precoce faz grande diferença no prognóstico. Por que diferenciar os tipos de verruga é tão importante? Em cães idosos, confiar apenas na aparência da lesão pode atrasar diagnósticos importantes. O que parece uma verruga simples pode ser um tumor benigno ou, em casos mais graves, uma neoplasia maligna. A avaliação clínica, e quando necessário a biópsia, permitem definir a origem da lesão e escolher a melhor conduta, evitando tratamentos inadequados ou atrasos no cuidado. Verruga preta em cachorro idoso: devo me preocupar? A verruga preta em cachorro idoso costuma gerar bastante apreensão nos tutores. Em muitos casos, essa coloração está relacionada ao acúmulo de melanina e pode indicar uma lesão benigna. No entanto, verrugas escuras que aumentam de tamanho, sangram, ulceram ou se transformam em ferida exigem atenção imediata. Alterações de cor associadas a inflamação ou dor nunca devem ser ignoradas. Pintas e verrugas Pintas e verrugas em cães não são a mesma coisa, embora muitas vezes sejam confundidas por terem aparência semelhante. As pintas costumam ser manchas escuras, geralmente marrons ou pretas, planas, com contornos bem definidos, tamanho pequeno e superfície lisa. Normalmente não causam dor, sangramento ou irritação e tendem a permanecer estáveis ao longo do tempo. Já as verrugas podem ter diferentes origens. Algumas são benignas, como os adenomas sebáceos, comuns em cães mais velhos, ou os papilomas virais, mais frequentes em animais jovens. No entanto, há também verrugas que podem indicar alterações malignas, incluindo câncer de pele. Por isso, sempre que surgir qualquer crescimento, mudança de cor, tamanho ou textura na pele do cão, a avaliação veterinária é essencial para diferenciar se a lesão é benigna, viral ou maligna e definir a melhor conduta. Verruga em cachorro idoso na boca ou no rosto Quando a verruga aparece na boca, na gengiva, nos lábios ou próxima aos olhos — como sob a sobrancelha — o cuidado deve ser redobrado. Essas regiões são mais sensíveis e sujeitas a trauma constante. Verrugas na boca podem dificultar a alimentação, causar dor e sangrar com facilidade. Além disso, verrugas orais estão mais frequentemente associadas à papilomatose canina, especialmente em cães com imunidade comprometida. Verruga em cachorro idoso pode virar ferida? Sim. Quando a verruga sofre atrito constante, infecção secundária ou inflamação, ela pode se romper e evoluir para uma ferida. Em cães idosos, o processo de cicatrização costuma ser mais lento, o que aumenta o risco de infecção local. Verrugas que ulceram, apresentam secreção ou não cicatrizam, precisam ser avaliadas o quanto antes. Verruga em cachorro idoso: como tratar? O tratamento depende diretamente da causa da verruga. Em muitos casos benignos, o veterinário pode optar apenas pelo acompanhamento. Já em situações em que há crescimento rápido, dor, sangramento ou interferência na qualidade de vida, a remoção pode ser indicada. No caso da papilomatose canina, o tratamento costuma focar no suporte imunológico e no controle das lesões, já que a regressão pode ocorrer espontaneamente, embora mais lentamente em cães idosos. Nunca se deve tentar cortar, queimar ou aplicar substâncias caseiras sobre a verruga, pois isso pode causar infecção grave. Como cuidar de verrugas em cachorros
Convulsão em Cachorro Idoso: O que fazer?

Presenciar uma convulsão no seu cachorro, principalmente se for a primeira vez, é algo que realmente pode assustar qualquer tutor ou responsável pelo animal. O episódio pode acontecer tanto em cães jovens quanto idosos, mas quando ocorre em um animal mais velho, a preocupação costuma ser ainda maior, já que nessa fase ele pode ter a saúde mais fragilizada. Para quem nunca viu uma convulsão antes, a sensação é de que algo muito grave está acontecendo e, de fato, esse pode ser um sinal importante de alerta, pois existem várias causas possíveis por trás desse comportamento, desde alterações metabólicas e intoxicações até doenças neurológicas. Quando o cão já é diagnosticado com epilepsia, o tutor geralmente reconhece o que está acontecendo, mas isso não significa que o momento deixe de ser angustiante. Algumas convulsões podem durar mais tempo ou o cão pode demorar para recuperar a consciência e retomar seu comportamento normal, o que naturalmente gera grande apreensão. “Por isso, independentemente da idade do pet ou do histórico de saúde, cada episódio merece atenção e avaliação adequada”, diz Rita Zuanaze, veterinária do Programa de Longevidade da PetMoreTime. O que fazer quando um cachorro idoso está convulsionando O momento da convulsão costuma gerar pânico no tutor, mas a conduta correta faz diferença tanto para a segurança do cachorro quanto para a evolução da crise. Durante a convulsão, o mais importante é não interferir fisicamente no corpo do animal. Movimentos involuntários, rigidez muscular e perda de consciência fazem parte da crise, e tentar segurar, chacoalhar ou pegar no colo pode causar lesões. O ideal é afastar objetos ao redor, reduzir estímulos como luz e barulho e proteger o animal de possíveis quedas ou traumas, até a convulsão cessar. Sempre que possível, é importante tentar marcar o tempo da convulsão, pois a duração é uma informação clínica essencial para o veterinário. Nunca se deve colocar a mão na boca do cachorro ou tentar puxar a língua. Diferente do que muitos acreditam, o cachorro não “engole a língua”, e essa atitude pode causar mordidas graves. Após a crise, é comum o cachorro ficar desorientado, andar sem rumo, ter dificuldade em levantar, parecer cego temporariamente ou extremamente cansado. Nesse período, deixe-o descansando e confortável. Depois, leve-o ao veterinário imediatamente. O que é convulsão em cachorro A convulsão é um evento neurológico causado por uma atividade elétrica anormal no cérebro. Essa descarga desorganizada interfere temporariamente no controle motor, na consciência e no comportamento do animal. É importante entender que convulsão não é uma doença, mas sim um conjunto de sinais clínicos. Ela indica que algo está alterando o funcionamento normal do cérebro ou do organismo como um todo. Em cães idosos, esse ponto é ainda mais relevante, pois muitas convulsões estão associadas a doenças adquiridas ao longo da vida. Tipos de convulsão em cães As convulsões podem se manifestar de formas diferentes. Algumas envolvem o corpo todo, com rigidez intensa, tremores e perda completa de consciência. Outras são mais localizadas, afetando apenas parte da face, um membro ou causando espasmos musculares discretos. Em cães idosos, convulsões focais ou crises parciais merecem atenção especial, pois frequentemente estão associadas a alterações estruturais no cérebro, como tumores ou sequelas vasculares. Sintomas de convulsão em cachorro idoso Os sinais de uma convulsão nem sempre se limitam ao momento da crise. Muitas vezes, o tutor percebe mudanças antes e depois do episódio. Durante a convulsão, podem ocorrer: O que pode causar convulsão em cachorro idoso? Diferente dos cães jovens, em que a epilepsia idiopática (primária e sem causa definida) é mais frequente, no cachorro idoso a convulsão geralmente está relacionada a doenças adquiridas. Alterações cerebrais, como tumores, AVCs e processos inflamatórios, estão entre as causas mais comuns. Além disso, problemas metabólicos, especialmente alterações no fígado, nos rins ou nos níveis de glicose, também podem desencadear crises convulsivas. Intoxicações, uso inadequado de medicamentos e até infecções sistêmicas podem interferir no funcionamento do sistema nervoso central, levando à convulsão. Por isso, a primeira convulsão em um cachorro idoso nunca deve ser tratada como algo isolado ou “normal da idade” e deve ser avaliada por um veterinário especializado o mais cedo possível. Tratamento da convulsão em cachorro idoso O tratamento depende diretamente da causa identificada. Antes de pensar apenas em controlar a convulsão, é fundamental investigar por que ela está acontecendo. Exames laboratoriais ajudam a identificar alterações metabólicas, enquanto exames de imagem permitem avaliar possíveis lesões cerebrais. A partir disso, o veterinário define a estratégia mais adequada. Remédio para convulsão em cachorro idoso Não medique seu cachorro sem a orientação de um veterinário. Medicamentos anticonvulsivantes, como fenobarbital, brometo de potássio ou levetiracetam, são frequentemente utilizados para controlar as crises. São medicamentos de uso controlado e necessitam obrigatoriamente de prescrição veterinária. No entanto, é comum que alguns tutores relatem cachorro com convulsão mesmo tomando Gardenal, o que não significa, necessariamente, falha do tratamento. Em muitos casos, é necessário ajustar doses, associar medicamentos ou tratar a causa de base para obter controle adequado das crises. A medicação sem orientação veterinária ou a suspensão abrupta do remédio pode piorar significativamente o quadro das convulsões. Convulsão em cachorro idoso tem cura? A possibilidade de cura depende da causa da convulsão. Em situações como intoxicações ou alterações metabólicas corrigíveis, o controle pode ser completo. Já em casos de tumores cerebrais ou doenças neurodegenerativas, o foco costuma ser o controle das crises e a preservação da qualidade de vida. Mesmo quando não há cura, muitos cães idosos conseguem viver por anos com acompanhamento adequado e manejo correto. Epilepsia em cachorro x convulsão: qual a relação? Convulsão é o evento clínico. Enquanto a epilepsia é a condição em que essas convulsões se tornam recorrentes, sem uma causa metabólica ou estrutural reversível identificável. A chamada epilepsia idiopática costuma surgir em cães jovens e de meia-idade. Em cães idosos, quando há convulsões recorrentes, geralmente falamos em epilepsia adquirida, associada a doenças cerebrais ou sistêmicas. Essa distinção é importante porque impacta diretamente no prognóstico e na abordagem terapêutica. Perguntas frequentes sobre convulsão em cachorro
Cachorro idoso bebe muita água? Quando é normal e quando pode ser sinal de doença

Quando um cachorro chega à fase idosa, muitos comportamentos começam a mudar. O ritmo fica diferente, o sono aumenta, o apetite pode oscilar e um sinal que costuma chamar bastante a atenção dos tutores é quando o cachorro idoso começa a beber muita água. À primeira vista, isso pode parecer algo natural do envelhecimento. No entanto, a ingestão excessiva de água, conhecida clinicamente como polidipsia, não deve ser ignorada. Em cães idosos, esse comportamento pode estar relacionado a alterações fisiológicas, mas também pode indicar doenças silenciosas. Cachorro idoso beber muita água é normal? Depende. Pequenas variações na ingestão de água podem acontecer ao longo da vida do cão, inclusive na velhice. Mudanças climáticas, aumento da temperatura, atividade física ou até o tipo de alimentação podem influenciar o quanto o animal bebe ao longo do dia. No entanto, um aumento persistente e progressivo no consumo de água não é considerado normal, especialmente em cães idosos. O envelhecimento, por si só, não causa polidipsia significativa. A ingestão de água é considerada excessiva (polidipsia) quando ultrapassa aproximadamente 100 mL/kg por dia em cães Quando o tutor percebe que o pote de água esvazia rápido demais ou que precisa ser reabastecido várias vezes ao dia, isso deve ser encarado como um sinal de alerta. O que significa quando um cachorro idoso bebe muita água? Na maioria das vezes, beber muita água é uma resposta do organismo a algum desequilíbrio interno. O corpo do cão tenta compensar alterações metabólicas, hormonais ou orgânicas aumentando a ingestão de líquidos. Esse mecanismo pode estar relacionado a: É importante destacar que a sede excessiva raramente aparece sozinha. Geralmente, ela vem acompanhada de outros sinais que ajudam a direcionar a investigação. Por que meu cachorro idoso bebe muita água e urina muito? Quando o aumento da ingestão de água vem acompanhado de urina em excesso, estamos diante de um quadro conhecido como poliúria e polidipsia. Esse conjunto de sinais é extremamente comum em doenças endócrinas e renais. O raciocínio é simples, se o corpo não consegue reter líquidos de forma adequada, o cão urina mais e, para compensar essa perda, passa a beber mais água. Esse padrão é um dos principais motivos de consulta veterinária em cães idosos e nunca deve ser subestimado. Qual é a quantidade diária ideal de água para um cachorro idoso? De forma geral, um cachorro idoso saudável costuma ingerir, em média, entre 40 e 60 ml de água por quilo de peso corporal ao dia. Esse valor é usado como referência clínica por médicos-veterinários para avaliar se o consumo está dentro do esperado. Na prática, isso significa que um cão com 15 kg, por exemplo, tende a consumir algo em torno de 600 a 900 ml de água por dia. Já um cão maior, com 25 kg, pode chegar facilmente a 1,2 a 1,5 litro diário. É importante reforçar que esses números são estimativas. O consumo de água pode variar de acordo com fatores como temperatura ambiente, nível de atividade física, tipo de alimentação (ração seca ou úmida) e condições individuais de saúde. O que realmente merece atenção é quando o tutor percebe que o cachorro passa a beber muito mais água do que o habitual, de forma persistente, sem mudanças claras no clima ou na rotina. Principais doenças que fazem o cachorro idoso beber muita água Doença renal crônica A doença renal crônica é uma das causas mais frequentes de sede excessiva em cães idosos. Com o passar do tempo, os rins perdem a capacidade de filtrar o sangue e concentrar a urina adequadamente. Essa é uma doença progressiva e silenciosa, que pode levar meses ou anos para apresentar sinais claros. Como consequência, o cão passa a: Diabetes mellitus O diabetes também é uma causa importante de polidipsia em cães idosos. O excesso de glicose no sangue faz com que o organismo tente eliminá-la pela urina, arrastando grandes quantidades de água junto. O diagnóstico precoce faz toda a diferença no controle da doença. Além de beber muita água e urinar bastante, o cão pode apresentar: Síndrome de Cushing A síndrome de Cushing (hiperadrenocorticismo) ocorre quando há produção excessiva de cortisol. Um dos sinais mais clássicos dessa doença é justamente o aumento da sede e da micção. Outros sinais comuns incluem: É uma condição comum em cães idosos e que exige acompanhamento contínuo. Infecções urinárias Infecções do trato urinário são mais comuns em cães idosos, especialmente fêmeas e animais com outras doenças de base. Mesmo quando não causam dor evidente, podem provocar: Em alguns casos, a infecção se torna recorrente e está associada a outras doenças sistêmicas. Doenças hepáticas Alterações no fígado também podem interferir no metabolismo de líquidos e levar ao aumento da sede. Em cães idosos, doenças hepáticas costumam evoluir de forma silenciosa. Podem estar associadas a: Cachorro bebendo muita água e vomitando: devo me preocupar? Sim. Quando sede excessiva e vômitos aparecem juntos, o quadro merece atenção imediata. Essa combinação pode indicar, insuficiência renal em estágio mais avançado, desequilíbrios metabólicos importantes ou acúmulo de toxinas no organismo. Nesses casos, não é recomendado esperar para ver se melhora sozinho. A avaliação veterinária deve ser feita o quanto antes. Cachorro idoso bebendo muita água após cirurgia: é normal? Após cirurgias, especialmente em cães idosos, é comum observar um aumento temporário na ingestão de água. Isso pode acontecer por conta de anestesia, estresse cirúrgico ou uso de medicamentos como corticoides e anti-inflamatórios. No entanto, esse aumento deve ser transitório. Se a sede excessiva persistir por vários dias ou semanas após a cirurgia, é fundamental investigar outras causas. Quanta água é considerada “demais” para um cachorro idoso? De forma geral, um cão saudável consome entre 40 e 60 ml de água por quilo de peso corporal por dia. Valores consistentemente acima disso, sem explicação clara, devem ser avaliados. Uma dica prática para o tutor é medir o consumo diário de água por alguns dias, anotando os valores. Essa informação é extremamente útil na consulta veterinária. Quando o tutor deve se preocupar e procurar o veterinário?
Tosse dos Canis: tudo o que você precisa saber para proteger seu cão

Com a chegada do fim de ano, muitas famílias viajam e deixam seus cães em hotéis, creches ou com pet sitters. E, apesar de serem excelentes soluções, esses ambientes podem aumentar a exposição a uma doença muito comum, a tosse dos canis. Você provavelmente já ouviu falar, ou até já viu um cachorro tossindo como se estivesse engasgado. Essa tosse forte, seca e repetitiva pode parecer assustadora, mas é um quadro que, quando identificado cedo, é totalmente controlável. O que é a tosse dos canis? A tosse dos canis, também chamada de traqueobronquite infecciosa canina, é uma infecção respiratória altamente contagiosa que afeta especialmente a traqueia e os brônquios dos cães. Ela é causada por um conjunto de agentes, podendo envolver: É, portanto, uma doença multifatorial, semelhante ao que chamamos de “gripe canina”. Embora, na maioria dos casos, seja leve, ela pode ser mais séria em cães: Sintomas da tosse dos canis Os sintomas surgem de forma repentina, geralmente logo após contato com outros cães. Os mais comuns são: Em casos mais graves (pneumonia), pode haver: Caso o tutor note algum desses sinais, é importante evitar contato com outros cães e procurar atendimento veterinário. Causas e fatores de risco A tosse dos canis é causada pela exposição a vírus e bactérias respiratórias, especialmente em locais onde muitos cães circulam. Fatores que aumentam o risco: É por isso que surtos costumam acontecer em períodos de férias e festividades, quando o fluxo em hotéis caninos é maior. Como acontece a transmissão? A tosse dos canis é altamente contagiosa. A transmissão ocorre principalmente por: Um cão infectado pode transmitir a doença mesmo sem apresentar sintomas nos primeiros dias. Por isso, basta um único cão contaminado em um ambiente coletivo para iniciar um surto. Prevenção e vacinação: como evitar a tosse dos canis A melhor forma de prevenção é manter a vacinação em dia. Existem três tipos de vacinas que ajudam a prevenir a tosse dos canis: No protocolo vacinal dos cães, algumas vacinas são consideradas essenciais, enquanto outras são classificadas como não essenciais, sendo recomendadas apenas em situações de risco. As vacinas essenciais, como as que protegem contra o vírus da cinomose canina (CDV) e o adenovírus canino tipo 2 (CAV-2), devem ser aplicadas em todos os cães, independentemente do estilo de vida, por prevenirem doenças graves e altamente contagiosas. Já as vacinas classificadas como não essenciais — como aquelas contra Bordetella bronchiseptica, vírus da parainfluenza canina (CPiV) e influenza canina (CIV), são indicadas para cães com risco elevado de contato com outros animais. Com qual frequência aplicar? A vacina é anual, mas cães que frequentam hotéis, creches e parques podem precisar de reforços conforme orientação veterinária. Outras formas de prevenção Além da vacinação, algumas medidas simples ajudam muito a reduzir o risco de contágio. Como recomenda a Médica-Veterinária da PetMoreTime, Rita Zuanaze, os preparativos para uma viagem de férias devem começar muito antes das malas — com a escolha de um local seguro, que mantenha boas práticas de higiene, bem-estar e cuidado animal. Além do planejamento financeiro, é fundamental garantir a prevenção da saúde do pet, atualizando o protocolo de vacinação e mantendo o controle regular contra ectoparasitas e endoparasitas, como pulgas, carrapatos e vermes. “Esses cuidados são essenciais para que o pet seja recebido em hotéis ou creches com segurança, conforto e saúde, evitando riscos de infecções e garantindo uma estadia tranquila.” A Dra. Rita reforça que a prevenção é sempre o melhor caminho para proteger quem mais amamos — inclusive nas férias. Quanto custa a vacina da tosse dos canis? O preço varia por região e clínica, mas geralmente, pode ser: Esses valores não são exatos e podem variar de acordo com diversos fatores. Diagnóstico da tosse dos canis O diagnóstico é clínico, na maioria das vezes, baseado em: Em casos mais graves, o veterinário pode solicitar: Tratamento da tosse dos canis O tratamento da tosse dos canis varia conforme a causa e a gravidade do quadro. Em geral, são quadros autolimitantes, havendo melhora mesmo sem tratamento. Nos casos leves, o manejo é mais simples e envolve principalmente repouso, evitando exercícios e brincadeiras que possam estimular ainda mais a tosse. É essencial manter o cão em um ambiente limpo, arejado e sem poeira, além de garantir boa hidratação. Em algumas situações, o veterinário pode prescrever antitussígenos para aliviar o desconforto, mas são somente recomendados em casos de tosse persistente e que se tenha certeza de não haver secreção pulmonar. Já nos casos moderados a graves, o tratamento costuma ser mais completo. O médico-veterinário pode indicar anti-inflamatórios, broncodilatadores e nebulização para ajudar na abertura das vias respiratórias. Em cães com sinais de infecção mais forte, como febre ou secreção, pode ser necessário suporte respiratório. Se houver confirmação de infecção bacteriana secundária, o uso de antibióticos pode ser necessário. Isso deve ser feito sempre com prescrição e acompanhamento de um profissional. Qual o melhor antibiótico para tosse dos canis? Importante mencionar que antibiótico não é usado para tosse dos canis, mas sim para quadros com infecção bacteriana secundária confirmada. Não existe “melhor” antibiótico universal. O uso depende: Antibióticos só devem ser usados com prescrição veterinária, após exame e diagnóstico. Automedicação pode agravar o quadro. Quanto tempo dura a tosse dos canis? Se a tosse não melhorar em 7 dias, é importante reavaliar. Conheça a PetMoreTime Vacinação, prevenção e atenção ao comportamento do seu cão são fundamentais para evitar problemas maiores, especialmente em cães idosos, filhotes e animais com saúde frágil. Cães com o sistema imunológico mais forte lidam melhor com infecções respiratórias como a tosse dos canis, e isso se torna ainda mais importante na fase sênior. O Programa de Longevidade da PetMoreTime reúne tecnologia, monitoramento contínuo e conhecimento científico para ampliar o tempo de vida saudável do seu melhor amigo, identificando mudanças precoces e apoiando decisões preventivas. 👉 Conheça o Programa de Longevidade da PetMoreTime e fortaleça a saúde do seu cão em todas as fases da vida.
Ansiedade de separação em cachorro: por que ele sofre tanto quando fica sozinho?

Você se arruma para sair, pega a chave, fecha a porta… e, do outro lado, começa o show de latidos, uivos e choro. Muita gente acha “fofo” ou acredita que é só manha, mas não é normal nem ideal que o cachorro entre em desespero toda vez que fica sozinho. Quando isso acontece com frequência, pode ser ansiedade de separação em cachorro, um transtorno real, que causa sofrimento físico e emocional no animal e atrapalha a rotina da família. Rita Zuanaze, médica veterinária da PetMoreTime e geriatra, aponta que “cães com ansiedade de separação são, no fundo, cães que sentem falta da pessoa, do seu tutor ou do humano que ele escolhe como sua referência de segurança.“ “Não apenas sente falta de uma ‘companhia’. Mesmo no meio de outros pets, muitas vezes mantêm o comportamento ansioso, durante a separação.” O que é ansiedade de separação em cães? Ansiedade de separação é um quadro em que o cachorro não consegue lidar com a ausência do tutor, apresentando estresse intenso sempre que precisa ficar sozinho, mesmo por poucos minutos. Esse transtorno pode aparecer em qualquer idade e costuma surgir quando: Lembre-se que o cão não está fazendo “manha”. Ele realmente sente medo e insegurança quando não está com você. Sintomas mais comuns da ansiedade de separação A intensidade varia de cachorro para cachorro, mas alguns sinais são bem característicos: Quando mais de dois desses sinais se repetem com frequência, é um grande indicativo de ansiedade de separação. Meu cachorro chora quando fica sozinho: isso sempre significa ansiedade? Chorar ao ficar sozinho pode ser ansiedade de separação, mas não é a única possibilidade. Alguns cães choram quando: A diferença é o padrão de intensidade: na ansiedade de separação, o choro vira desespero, e o comportamento tende a escalar rapidamente. Consequências da ansiedade de separação no cachorro Além de sofrimento emocional, a ansiedade de separação pode resultar em: Para o cachorro Para a família Essa combinação faz com que a ansiedade de separação nunca deva ser ignorada. Como ajudar um cachorro com ansiedade de separação O manejo exige constância, calma e mudanças na rotina. Aqui vão as estratégias que trazem melhores resultados: 1. Torne entrada e saída da casa algo neutro Quanto mais se chamar atenção ao ritual de despedida ou chegada, mais o cão associa essas situações à excitação e ansiedade. 2. Treine ausências graduais Ensine o cão a tolerar distâncias pequenas antes de avançar para tempos maiores. Esse treino constrói a sensação de segurança no seu cãozinho de que você sempre voltará. 3. Enriquecimento ambiental é obrigatório A mente ocupada trabalha a favor do cão: Um cão que tem o que fazer sofre menos quando está sozinho. 4. Gaste energia antes de sair Passeios, jogos de busca e treinos curtos ajudam a: Cão cansado = cão mais tranquilo para enfrentar um período sozinho. 5. “Desligue” gatilhos da saída Pegue a chave, vista o sapato, coloque a mochila… e não saia. Faça isso em horários aleatórios. Com o tempo, esses objetos podem deixar de ser gatilhos de ansiedade. Remédio para ansiedade de separação em cachorro: quando considerar? A medicação não é a primeira opção, mas pode ser necessária quando: Somente um médico veterinário pode prescrever o medicamento correto, ajustar doses e acompanhar o tratamento. Existem opções como: Jamais ofereça remédios humanos ou “calmantes naturais” sem orientação. E se nada melhorar? Nesses casos, é hora de: Quando o cachorro é idoso, a situação muda Em cães mais velhos, o comportamento ansioso pode ser sinal de: Nesses casos, o cão pode: Ou seja, nem sempre é só ansiedade. Pode ser declínio cognitivo. E aí o manejo comportamental precisa ser combinado com suporte clínico. Para cães idosos, cuidado e acompanhamento fazem toda a diferença Se o seu cão idoso está mais inseguro, choroso ou desorientado, ele pode estar passando por mudanças cognitivas que exigem atenção. O Programa de Longevidade da PetMoreTime combina tecnologia, monitoramento contínuo e conhecimento científico para prolongar o tempo de vida saudável do seu melhor amigo.
Cachorro idoso não dorme à noite e está agitado? Saiba o que fazer

É comum que, com o passar dos anos, os cães comecem a mudar seus padrões de sono. Muitos tutores relatam que o cachorro idoso está agitado à noite, anda pela casa, chora ou simplesmente não consegue descansar como antes. Mas por que isso acontece? E o que pode ser feito para ajudar seu cão a voltar a ter noites tranquilas? Vamos entender. Por que o cachorro idoso não dorme à noite? O sono dos cães, assim como o dos humanos, muda com a idade. Conforme o animal envelhece, o metabolismo desacelera, a cognição pode se alterar e doenças crônicas podem aparecer. Tudo isso afeta o ritmo circadiano — o “relógio biológico” que regula o ciclo de sono e vigília. Algumas das causas mais comuns incluem: 1. Síndrome da disfunção cognitiva (SDC) Cães idosos com declínio cognitivo têm dificuldade para dormir, assim como acontece com humanos que sofrem de demência. O SDC é o equivalente canino ao Alzheimer. Cães com SDC podem apresentar confusão mental, desorientação e inversão do ciclo do sono, dormindo durante o dia e ficando agitados à noite. Outros sinais incluem latidos sem motivo, andar em círculos e dificuldade para reconhecer pessoas ou lugares familiares. 2. Dor ou desconforto físico Problemas articulares (como artrose ou displasia), dores musculares e doenças crônicas podem causar inquietação. Se o cachorro idoso está chorando à noite, é importante investigar se há dor, pois ela costuma se intensificar no repouso. 3. Perda de audição ou visão A redução da audição e da visão pode gerar insegurança e ansiedade noturna, especialmente em ambientes escuros ou silenciosos. O cão pode se assustar com sombras, sons distantes ou sentir-se desorientado. 4. Alterações hormonais Disfunções hormonais, como hipotireoidismo ou síndrome de Cushing, podem interferir no sono e no comportamento. Essas condições são comuns em cães idosos e devem ser avaliadas com exames laboratoriais. 5. Ansiedade por separação Cães idosos também podem desenvolver ansiedade noturna, especialmente se dormem longe do tutor. O medo e a solidão podem levá-los a chorar, latir, ficar girando ou andar inquietos durante a madrugada. O que fazer quando o cachorro idoso está agitado à noite A boa notícia é que, na maioria dos casos, é possível melhorar o sono do cão idoso com ajustes simples na rotina, estímulos adequados e suplementação direcionada. 1. Crie um ambiente confortável e previsível 2. Mantenha estímulos cognitivos durante o dia Jogos de olfato, brinquedos interativos e pequenas caminhadas ajudam a manter o cérebro ativo e reduzem a confusão noturna. Um cão idoso “cansado” física e mentalmente tende a dormir melhor à noite. 3. Verifique a presença de dor Se o cão está inquieto, chorando ou muda de posição constantemente, pode haver dor articular ou muscular. Converse com o veterinário sobre analgésicos, condroprotetores e suplementos para suporte articular, como ômega-3 e colágeno tipo II. 4. Aposte em suplementos que promovem relaxamento O uso de suplementos para cachorro idoso pode ajudar muito no controle da agitação noturna. Alguns compostos naturais que vêm sendo estudados incluem: Consulte sempre o médico-veterinário antes de iniciar qualquer suplemento para cachorro idoso o uso correto pode melhorar o sono, mas a dosagem e o tipo de produto devem ser personalizados. 5. Evite medicamentos sem prescrição Alguns tutores tentam resolver o problema com medicamentos para induzir o sono do cachorro idoso à noite, mas isso pode ser perigoso. Fármacos sedativos podem causar queda de pressão, confusão mental e risco de quedas. Prefira sempre soluções seguras, naturais e sob orientação veterinária. Cachorro idoso chorando a noite, o que pode ser? O choro noturno pode ter diferentes significados. Em cães idosos, ele normalmente indica desconforto, dor, ansiedade ou confusão mental. Tente observar: Registrar vídeos e anotar os horários pode ajudar o veterinário a identificar o padrão e indicar o tratamento mais adequado. Quando procurar o veterinário? Se o problema persistir por mais de alguns dias, é essencial buscar avaliação clínica. O profissional poderá realizar exames de sangue, urinálise, avaliação neurológica e ortopédica, além de indicar terapias específicas. Em alguns casos, o tratamento combina: Com acompanhamento e ajustes contínuos, muitos cães idosos voltam a dormir bem e seus tutores também. Cuidar do sono é cuidar da longevidade O sono é um dos pilares da longevidade canina. Dormir bem regula o metabolismo, fortalece o sistema imunológico e mantém o equilíbrio cognitivo. Por isso, se o cachorro idoso está agitado à noite, trate o sintoma como um sinal de que algo precisa de atenção, seja físico, emocional ou cognitivo. Com o suporte certo, ele pode voltar a ter noites calmas e dias cheios de energia. Portanto, que tal conhecer o programa de longevidade da PetMoreTime? Nele, tratamos do mais avançado na ciência e tecnologia para ajudar seu cão a viver mais e melhor.
Cachorro pode tomar dipirona? Veja se é seguro e qual é a recomendação

Quando um cão está com dor, febre, enjoo ou cólica, é comum o tutor pensar: “posso dar o mesmo remédio que eu tomo?”. Por exemplo, muitos se perguntam se cachorro pode tomar dipirona. A resposta curta sempre é não automedique, ou seja, precisa-se da orientação veterinária. Cães metabolizam fármacos de forma diferente dos humanos, e vários medicamentos comuns para pessoas podem ser tóxicos para cães. A seguir, você encontra o que pode e o que não pode, quando há exceções (sempre com prescrição), e alternativas veterinárias seguras. Cachorro pode tomar Dipirona? Cachorros podem tomar dipirona somente com recomendação veterinária. A dipirona é utilizada na medicina veterinária brasileira, com evidências de eficácia analgésica e antipirética em cães quando dosada corretamente por um(a) veterinário(a). Estudos nacionais (incluindo meta-análises) reforçam o uso clínico sob supervisão. Por isso, nunca medique seu cão com dipirona por conta própria. Aliás, nenhum medicamento pode ser usado sem orientaçao veterinária. O veterinário vai calcular a dose ideal de acordo com o peso, idade e saúde do seu cão. Cachorro pode tomar paracetamol? Cães não podem tomar paracetamol! Paracetamol é tóxico para cães. Mesmo pequenas doses podem causar lesão grave no fígado, dificuldade para respirar e até morte. Isso vale inclusive para o paracetamol infantil — ele não é mais seguro para cães. Se o seu cachorro ingeriu paracetamol acidentalmente, procure um veterinário imediatamente e leve a embalagem do remédio. Ao menos que o veterinário prescreva em casos específicos, nunca dê esse remédio para cachorros ou gatos. Para gatos, inclusive, paracetamol pode ser fatal. Cachorro pode tomar ibuprofeno? Cachorros não podem tomar ibuprofeno! O ibuprofeno, usado por humanos como anti-inflamatório, é altamente perigoso para cães. Pode causar vômitos com sangue, úlceras, insuficiência renal e convulsões, mesmo em doses pequenas. Mesmo um único comprimido pode causar danos sérios. Portanto, se o seu cão tomou este remédio, procure um veterinário imediatamente. Cachorro pode tomar nimesulida? A nimesulida também não é recomendada para cachorros. A nimesulida pode provocar problemas no fígado e no estômago dos cães, e existem anti-inflamatórios veterinários muito mais seguros. Assim, evite totalmente a automedicação. Apenas o veterinário pode indicar o remédio correto para cada caso. Cachorro pode tomar Dramin? Sim, cães podem tomar dramin com prescrição veterinária. O Dramin (dimenidrinato) é usado em alguns casos de enjoo ou náusea, principalmente em viagens. Mas ele só pode ser dado com orientação do veterinário, porque a dose depende do peso e do estado de saúde do cão. Dar o remédio sem cálculo correto pode causar muita sonolência ou até alterações no coração. Cachorro pode tomar Buscopan? Cachorros podem tomar Buscopan somente com orientação veterinária. O Buscopan pode ser indicado em casos específicos de cólica ou dor abdominal, mas precisa ser avaliado por um veterinário antes. Isso porque dor na barriga pode ter muitas causas sérias, como torção de estômago, pancreatite ou obstrução intestinal — situações que precisam de atendimento urgente. O uso incorreto de Buscopan pode mascarar sintomas e atrasar o diagnóstico. Então, qual anti-inflamatório o cachorro pode tomar? Existem anti-inflamatórios feitos especialmente para cães, com estudos de segurança e eficácia. Os mais comuns são: Esses medicamentos são seguros apenas quando prescritos por um veterinário, com base no peso e no histórico de saúde do animal. Qual antialérgico cachorro pode tomar? Alguns antialérgicos humanos podem ser usados em doses específicas, como: Mas atenção, nem todo cão reage igual. A dose varia de acordo com o peso, e o veterinário precisa descartar outras causas, como infecção de pele, alergia alimentar ou picada de inseto. Qual remédio posso dar para cachorro com dor? A dor pode ter muitas causas, como uma pancada, uma inflamação, uma infecção, ou até uma doença mais séria. O ideal é descobrir a causa antes de tentar aliviar o sintoma. Porque dar o remédio errado pode esconder o problema e dificultar o tratamento. O veterinário pode indicar: Quando levar o cachorro ao veterinário imediatamente Procure ajuda se o seu cão: Esses sinais podem indicar uma emergência. Por que remédios humanos são perigosos para cães? O corpo do cachorro funciona diferente, o que é seguro para nós pode ser tóxico para eles. Além disso, a dose nunca é a mesma. Um comprimido de adulto pode ter dez vezes a dose segura para um cão pequeno. Alguns medicamentos também podem conter misturas (como antigripais) que aumentam o risco de intoxicação. O que fazer com segurança? O melhor remédio é o cuidado certo Quando o assunto é saúde do seu cão, o mais importante é agir com segurança e informação. Evite a automedicação, mesmo nas situações que parecem simples e confie sempre na orientação do veterinário. Mas cuidar do seu cão vai muito além de tratar sintomas. É sobre acompanhar a saúde ao longo da vida, entender o corpo dele e agir antes que os problemas apareçam. É exatamente para isso que existe o Programa PetLife PetMoreTime. Com ele, você tem acompanhamento contínuo, dados reais sobre o envelhecimento do seu pet e suporte para prolongar os anos de vida com mais vitalidade e qualidade.
Queda de pelo em cachorro: possíveis causas e tratamentos

Quando os cachorros começam a ter sintomas de queda de pelo, é muito importante que o tutor investigue com o veterinário as suas possíveis causas para identificar o melhor tratamento. Embora possa parecer natural, a queda de pelo pode ser desconfortável e abrigar uma razão mais séria. Vamos entender melhor sobre a queda de pelo neste artigo. O que é a queda de pelo em cachorro? A queda de pelos em cachorros, também chamada de eflúvio telógeno ou telogênico, é um processo natural que ocorre ao longo da vida do animal. Assim como os humanos perdem fios de cabelo diariamente, os cães eliminam pelos velhos ou danificados para dar lugar a novos. Essa troca pode ocorrer de forma leve e contínua, ou mais intensa em determinadas épocas do ano, especialmente durante a primavera e o outono, quando os cães se adaptam às mudanças climáticas. No entanto, quando a queda de pelos é excessiva, localizada, acompanhada de coceira, vermelhidão, falhas na pelagem ou com inflamação, ela deixa de ser normal e pode indicar algum problema de saúde. Quando a queda de pelos é patológica, pode ocorrer pelos rarefeitos ou com falhas e a alopecia, onde tem a ausência total dos pelos em determinada região do corpo do cachorro. Por isso, entender a diferença entre a queda natural e a patológica é essencial para garantir o bem-estar do seu pet. Possíveis causas da queda de pelo em cachorro A queda de pelos em cães pode ter diversas causas, desde fatores totalmente naturais até problemas de saúde mais sérios. As quedas localizadas com coceira, feridas ou vermelhidão são sinais de que algo pode estar errado. Nesses casos, é essencial procurar um veterinário. Abaixo listamos as principais: Causas naturais (comuns) Causas anormais (exigem atenção) Dermatite (inflamação da pele): É o termo geral para qualquer inflamação cutânea, que pode ter causas variadas, alergias, parasitas, contato com agentes irritantes, infecções (bacterianas ou fúngicas) ou alimentação inadequada. Os sinais clínicos mais comuns incluem: Sintomas da queda de pelo em cachorros Nem toda queda de pelo é preocupante. Porém, quando ela vem acompanhada de outros sinais, pode indicar algo mais sério. Ficar atento aos sintomas associados ajuda o tutor a perceber quando é hora de procurar ajuda profissional. Confira os principais alertas: Tipos de queda de pelo de cachorro Existem diversos tipos de condições que podem levar a queda de pelo, entretanto, é possível distinguir em dois tipos: Caso a queda de pelo venha acompanhada de algum desses sintomas, não tente tratar em casa. Leve o pet ao veterinário para diagnóstico e tratamento corretos. Épocas do ano com mais queda de pelos Nem tudo pode ser doença. A queda de pelos nos cães aumenta naturalmente em algumas épocas do ano, principalmente durante as mudanças de estação. Esse processo é chamado de muda sazonal, o termo técnico para esta queda natural é efluvio telógeno, e faz parte da adaptação do organismo do animal ao clima. Quando os cães mais soltam pelo? Essa troca pode durar de 4 a 8 semanas e varia conforme: Raças que soltam mais pelo Algumas raças têm tendência natural a perder mais pelos, como: Essas raças fazem trocas intensas de pelagem e exigem escovação frequente durante esses períodos.Como diminuir e evitar a queda de pelo do cachorro Embora a queda de pelos em cães seja, em muitos casos, natural, é possível reduzir bastante a quantidade de pelos soltos no ambiente com alguns cuidados simples e eficazes. Durante as épocas de muda, escove seu pet diariamente e mantenha a higiene em dia para controlar melhor os pelos soltos em casa. 1. Escove o cachorro com frequência A escovação regular: Use uma escova adequada ao tipo de pelo do seu cão. Cães de pelo curto e denso (como labradores) precisam de escovas diferentes de cães com pelo longo e fino (como shih-tzus e malteses). 2. Mantenha uma rotina de higiene equilibrada 3. Exposição ao sol e passeios diários 4. Controle rigoroso de parasitas 5. Reduza o estresse 6. Consultas veterinárias regulares Tratamentos e remédios para queda de pelo em cachorro O tratamento para a queda de pelo em cães depende diretamente da causa. Por isso, antes de buscar qualquer remédio, é essencial entender o que está provocando a queda, e isso só pode ser feito por um veterinário. Se a queda for intensa, acompanhada de coceira, feridas, falhas ou mudança no comportamento, leve o cão ao veterinário. O profissional poderá: Tratamentos mais comuns, conforme a causa: Causa Possível Tratamento Parasitas (pulgas, ácaros) Antiparasitários tópicos ou orais, coleiras repelentes Fungos ou bactérias (micose) Shampoos antifúngicos, antibióticos ou antifúngicos orais Alergias Anti-histamínicos, troca de ração, controle ambiental Deficiências nutricionais Suplementos vitamínicos e mudança na alimentação Problemas hormonais Reposição hormonal (ex: hipotireoidismo) Estresse ou compulsão Mudanças na rotina, enriquecimento ambiental, em alguns casos, ansiolíticos naturais ou prescritos Evite automedicação E os shampoos antiqueda funcionam? Sim, desde que indicados por um profissional. Shampoos dermatológicos específicos para queda de pelo ou dermatites auxiliam no tratamento de irritações, controlam inflamações e aliviam coceiras, favorecendo a recuperação da pele. Vitaminas e alimentação para fortalecer a pelagem do cachorro Uma das maneiras mais eficazes de prevenir a queda de pelos em cães é garantir uma nutrição completa e balanceada. A pele e os pelos do animal são altamente sensíveis a carências nutricionais, e muitas vezes a queda está diretamente ligada à falta de proteínas, gorduras boas, vitaminas e minerais. Alimentação ideal Vitaminas essenciais para a saúde da pelagem Lembre-se que suplementos vitamínicos só devem ser administrados com prescrição veterinária. O excesso de certos nutrientes pode ser prejudicial. Nutriente Função Fontes Naturais Biotina (B7) Fortalece os fios, previne queda Ovos cozidos, fígado, cenoura Ômega-3 e 6 Reduz inflamações, melhora brilho e textura do pelo Peixes (salmão, sardinha), óleo de peixe Zinco Auxilia na regeneração da pele Carnes magras, fígado, sementes Vitamina A Essencial para a renovação celular da pele Cenoura, abóbora, fígado Vitamina E Antioxidante, protege as células da pele Óleos vegetais, folhas verdes Proteínas Matéria-prima para a formação dos pelos (queratina) Carnes, ovos, soja